O nosso 2º Lanche Partilhado
No dia 25 de Março fizemos o nosso segundo lanchinho patilhado. As mamãs e os papás mandaram coisas deliciosas. Mham! Mham!
Mas, este lanche teve um sabor muito especial… a visita da professora Helena!
Foi muito divertido, comemos muitas coisinhas doces e “matámos” saudades da professora Helena que ficou connosco até à hora do almoço.
Um grande beijinho para ela e um muito obrigado pela visita! Esperamos que volte mais vezes.
Nesse mesmo dia, a Camilinha veio visitar-nosJ
Desta vez a Camila veio contar-nos a história do Frederico…
Uma família de ratos recolhe provisões para o Inverno. Todos trabalham... Todos menos Frederico que, embora aparentemente não faça nada, também aprovisiona, ainda que seja outro tipo de recursos: raios de sol, cores, palavras...
Quando chega o Inverno, comprova-se que o trabalho poético deste pequeno rato era diferente das tarefas desempenhadas pelos demais, mas passa a ser imprescindível para que todos os ratos consigam ultrapassar a crueza desta estação. Assim, neste texto, Frederico é aceite tal como é, e não lhe acontece o mesmo que à desgraçada cigarra da fábula.
Leo Lionni é um dos grandes artistas pioneiros do moderno livro ilustrado. Em "Frederico", o autor reformula a fábula da cigarra e da formiga, alterando o seu significado moral e aprofundando o seu conteúdo sem perder a simplicidade, de modo a que qualquer um de nós possa entendê-la.
Um dos grandes temas da história é a individualidade, a descoberta e a aceitação da identidade própria: Frederico é poeta e demonstra que, à sua maneira, também contribui para o grupo. O livro apresenta-nos o artista, não como um ser auto-marginalizado ou rejeitado, mas como uma pessoa necessária às demais. Perante o valor do trabalho, Frederico recorda aos leitores a necessidade de nos alimentarmos de outras coisas para além de palhas ou nozes.
Mas vai mais além. Para muitos, Frederico poderá parecer egoísta, mas o egoísmo do protagonista é simplesmente a fidelidade a si próprio. Os seus companheiros, longe de recriminá-lo, deixam-no meditar, respeitam a sua introspecção e sentem verdadeira curiosidade pelo seu mundo, ao qual, finalmente, acabarão por agradecer.
Com a sua história, Lionni parece transmitir às crianças a importância da liberdade individual: os leitores sentem-se amparados, pois sabem que os ratos respeitam a individualidade de Frederico, o que satisfaz até o leitor mais inseguro. É como se lhe dissesse que cada um pode ser o que deseja e sê-lo sem receio, uma vez que os outros irão entendê-lo...
Quando chega o Inverno, comprova-se que o trabalho poético deste pequeno rato era diferente das tarefas desempenhadas pelos demais, mas passa a ser imprescindível para que todos os ratos consigam ultrapassar a crueza desta estação. Assim, neste texto, Frederico é aceite tal como é, e não lhe acontece o mesmo que à desgraçada cigarra da fábula.
Leo Lionni é um dos grandes artistas pioneiros do moderno livro ilustrado. Em "Frederico", o autor reformula a fábula da cigarra e da formiga, alterando o seu significado moral e aprofundando o seu conteúdo sem perder a simplicidade, de modo a que qualquer um de nós possa entendê-la.
Um dos grandes temas da história é a individualidade, a descoberta e a aceitação da identidade própria: Frederico é poeta e demonstra que, à sua maneira, também contribui para o grupo. O livro apresenta-nos o artista, não como um ser auto-marginalizado ou rejeitado, mas como uma pessoa necessária às demais. Perante o valor do trabalho, Frederico recorda aos leitores a necessidade de nos alimentarmos de outras coisas para além de palhas ou nozes.
Mas vai mais além. Para muitos, Frederico poderá parecer egoísta, mas o egoísmo do protagonista é simplesmente a fidelidade a si próprio. Os seus companheiros, longe de recriminá-lo, deixam-no meditar, respeitam a sua introspecção e sentem verdadeira curiosidade pelo seu mundo, ao qual, finalmente, acabarão por agradecer.
Com a sua história, Lionni parece transmitir às crianças a importância da liberdade individual: os leitores sentem-se amparados, pois sabem que os ratos respeitam a individualidade de Frederico, o que satisfaz até o leitor mais inseguro. É como se lhe dissesse que cada um pode ser o que deseja e sê-lo sem receio, uma vez que os outros irão entendê-lo...
Depois de nos contar a história, nós dissemos ao professor Carlos que a Camila e o Camilo deviam casar! E, foi aí que o professor nos disse que eles ainda não namoravam porque o nosso amiguinho Camilo era muito tímido e como a Camila achava que deveriam ser os rapazes a conquistar as raparigas ainda não havia namoro nenhum!
Então, juntos, decidimos fazer um acróstico da Camila para o Camilo e um poema do Camilo para a Camila.
Agora vejam como ficou muito engraçado…
Camila para Camilo:
Amigo:
Mas não dizes nada?
Ouve o teu coração
- O meu bate por ti.
Tenho uma coisa a dizer-te:
És especial.
De Camilo para Camila:
Minha querida
Tenho pensado em ti
Não consigo esquecer-te
Desde que te conheci.
Quando te vejo sorrir
A minha voz emudece
Não consigo falar
O meu coração enlouquece
Mas tenho de ter coragem
E dizer-te o que sinto:
- És o amor da minha vida
E eu nunca te minto.
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